

Todos aqui se lembram do jogo da 36º rodada do Brasileirão entre Grêmio x Palmeiras. Podem não se lembrar do jogo em si, onde o Grêmio confirmou a má fase e o descenso do líder atual da ocasião. Mas devem se lembrar da confusão envolvendo o zagueiro Maurício e o atacante Obina. Pois é, além de ambos terem sido banidos do clube e terem seus contratos rescindidos, eles ainda passariam pelo crivo do STJD. Pois então... nesta quarta-feira (09/12) o órgão máximo do esporte no Brasil resolveu que o caso não pareceu tão tosco quanto ele realmente foi. Resultado? Maurício pegou 3 jogos de gancho (o que já acho pouco) e Obina, o pivô de toda a confusão e agora de volta ao rubro negro carioca, pegou 2 jogos de suspensão. Agora me respondam... quem foi o alienado que julgou estes dois? Além de a pena ser muito leve para a ocasião, o zagueiro que quase levou um soco bem dado de Obina, ainda pegou mais tempo de gancho. Será que tem alguma relação com a sua volta para o Flamengo? Vou deixar essa pergunta no ar, já que desisti de discutir sobre essa pouca vergonha que comanda o futebol brasileiro a tanto tempo e com tão poucas consequências. Outra dúvida é porque Obina pegou uma pena mais leve que o atacante do São Paulo, Dagoberto, que foi expulso no jogo contra o Grêmio após entrada em Tulio. A quase agressão do ex-atacante palmeirense foi julgada sobre o mesmo critério da entrada de Dagoberto: o artigo 255 que acusa de "Praticar ato de hostilidade contra o adversário". Tudo bem, ele foi hostil realmente, mas pelo amor de Deus... hostil é bondade dos advogados. No caso Edilson x Paulo Nunes, na final do campeonato Paulista de 99, o atacante Corinthiano teve de pagar uma multa de 30mil reais e o atacante do rival alvi-verde pagou 25mil. Porque será que eles se sentem impunes?
Defendo a troca de gestões e de mandatários nos bastidores do futebol brasileiro, mas acho que seria mais fácil o Palmeiras ter classificado pra libertadores.
Não mais...
Eduardo

nota-se um certo repúdio do sr. para com o time de futebol sociedade espotiva palmeiras, no que tange à ótica da honestidade e filosofia desta insituição despotiva.
ResponderExcluirnão mais,
josé acacio